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Mostra TONS e SONS - Arte no primeiro ciclo / CP UFMG

 Atividade: Mostra TONS e SONS - Arte no primeiro ciclo / CP UFMG 

Data: 30/11/2024, manhã

Local: CP

Descrição: Neste ano, o nosso famoso Palco Aberto tomou novas dimensões, sendo intitulado: mostra TONS e SONS - Arte no 1º ciclo. No evento, as famílias foram convidadas a conhecerem os trabalhos artísticos produzidos pelas crianças do 1º ciclo, que foram apresentados no “Percurso Artes Visuais” e na “Mostra Musical e Audiovisual”. Além de poderem participar de uma oficina: “Orquestra Tons e Sons da Tempestade”. 


Professor(a) referência da atividade: Professores do 1º ciclo.

Tarefa: Auxiliar na montagem (pré-produção), acompanhar as atividades no dia (produção) e fotografar o evento.












Agradecemos à todos e todas que participaram do Palco Aberto #EmCasa







Nas últimas semanas o Palco Aberto #EmCasa aqueceu muitos corações... Hoje nós viemos agradecer a todos e todas que de alguma forma contribuíram para que esse evento acontecesse!
 Foram: 
📌106 produções publicadas
 📌73min e 42seg em vídeos
 📌64 desenhos e fotografias
 📌mais de 7.800 visualizações no blog
 📌119 participantes 

Entre os participantes tivemos estudantes, professores, bolsistas, servidores, famílias...


 O nosso muito obrigada a todos e todas. 

Até a próxima! 😘

Encerramento Palco Aberto #EmCasa - Álida Angélica Alves - Bordado Livre em Folhas Secas


Álida Angélica Alves Leal


apresenta 


Bordado Livre em Folhas Secas 




A Álida é Ex-professora do CP, atualmente, Professora da Faculdade de Educação da UFMG e super interagiu com a gente no Palco Aberto desde o primeiro dia. Para o nosso último dia, ela compartilhou conosco um vídeo com fotos dos seus bordados em folhas secas!




"Inspirados em artistas que encontrei na internet / Instagram (Clarice Borian, Dione Fialho, faz "Folhas Bordadas" e Solange Nunes, da "Arte Ofício Ateliê"), comecei a bordar folhas secas neste período de isolamento social. Uma experiência de muita concentração, tensão (em cada furinho, um suspense!) E, também, muita delicadeza."







Olá, pessoal!  Tudo bem aí?  Estão inteiros, depois de tantas emoções? 


Pois é, as cortinas virtuais do Palco Aberto #EmCasa estão se fechando. Foram 3 semanas de muita arte, alegria e de uma convivência que enriqueceu nossos dias, mesmo a distância! Postamos mais de 50 trabalhos, com as mais variadas expressões artísticas. Emocionamos ao conhecer outras habilidades de filhas, filhos, irmãs, irmãos, mães, pais, monitoras, monitores, bolsistas, funcionárias, funcionários, professoras, professores, amigas, amigos, alunas, alunos das mais variadas turmas e até ex aluno! 

Nosso Palco se mostrou muito maior do que poderíamos imaginar! 

O objetivo do projeto foi conectar a comunidade escolar, mantendo ativos nossos vínculos durante esse período de distanciamento presencial; incentivar a experimentação e o compartilhamento de produções artísticas dos alunos, suas famílias, servidores/as e bolsistas do CP. Assim, buscamos ressignificar o isolamento social por meio da expressão artística.  Gostaríamos de agradecer a todos que participaram e dedicaram um pouquinho do seu tempo para permitir que a arte nos aproximasse. 

Quer uma boa notícia? 

Você pode assistir a todas as postagens aqui no blog na hora que você quiser.

Fica aqui nosso muito obrigado!

Um Abraço da Kamilla, da Sâmara, do Bruno, do Pitty e da Liana e do Evandro, essa equipe que produziu o Palco Aberto #EmCasa  e até a próxima, pessoal! 



Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato
de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
Trecho da poesia "O apanhador de desperdícios" de Manoel de Barros. 






Não Custa Nada! - 2º ciclo do Centro Pedagógico



Não Custa Nada!


Produção Camila Araújo e grande elenco




Este vídeo foi feito pela equipe do 2º ciclo do Centro Pedagógico da UFMG, cada um (a) da sua casa, para aquecer os corações dos alunos e familiares em isolamento social, durante uma pandemia do Covid-19. Estamos com saudade! Fique em casa!









Participantes:

Araci Coelho 
Camila Araújo 
Cida Souza 
Denise Araújo 
Eliene Paulino 
Eliene Vieira
Fabrine 
Fernando Audmouc 
Hermínia Martins 
Liliane Fonseca 
Juliana Batista 
Jurema Coutinho 
Luiza Coutinho 
Luíza Santana 
Marcos Sala 
Marlaina Roriz 
Roberson Nunes 
Roselene Amâncio 
Saymom Fernando 


e muitos familiares também. 






A nossa casa - Eliana Guimarães Almeida



Eliana Guimarães Almeida

apresenta 

"A nossa casa", do grupo Palavra Cantada



Essa é uma música do qual eu gosto bastante e resolvi compartilhar com as crianças que estão em casa nesse período de isolamento, principalmente com os meus alunos queridos do primeiro ano, dos quais estou com muitas saudades. Também é um convite para confecção de casinhas usando materiais recicláveis, papel colorido, tinta e muita criatividade.





Leitura dos Estatutos do Homem - Eliane, Natália e Sarah Ferreira Campos Vieira



Eliane Ferreira Campos Vieira
Natália Ferreira Campos Vieira
Sarah Ferreira Campos Vieira

apresentam 


Leitura dos Estatutos do Homem
de Thiago de Mello 



"Esse texto representa um momento anterior da história do nosso país. Momento esse que guarda algumas semelhanças com o cenário atual de desgoverno que estamos passando. Através do texto, podemos refletir como outros irmãos brasileiros vivenciaram épocas difíceis num contexto histórico turbulento para o nosso país e o mundo. Refletir sobre o texto pode nos dar força e coragem, ao pensar que eles venceram e nós também poderemos vencer. Os estatutos do homem devem ser garantidos todos os dias. A leitura e a produção do vídeo me mostraram o quanto é difícil, no ambiente doméstico, produzir com qualidade um material audiovisual para divulgação, seja por falta de equipamentos ou equipe, entre putros requisitos. Os erros e defeitos foram preservados propositalmente para inspirar o pensar sobre o como fazer. Com todos os erros e possibilidades, esse é o nosso momento Arte em casa."




Vasos de Argila - Anna Clara Paiva



Anna Clara Paiva Menezes dos Santos

apresenta

Vasos de Argila 



"Sou monitora do CP e sempre tive vontade de aprender a fazer vasos de argila, mas nunca tive estrutura necessária para isso. Durante a quarentena, resolvi procurar alternativas e comecei a trabalhar nessas peças."







Anna, suas imagens nos deixaram com saudade de modelagens em argila e massinha. 

Seus vasos ficaram firmes e fortes. Que beleza!



Violão Solo: O Caderno - Paulo Henrique (Pity)



Paulo Henrique Pinto Coelho (Pity)

apresenta

Violão Solo: O Caderno (Toquinho) / Yesterday (Beatles)



"Olá! Eu sou o Pity e sou professor de música no Centro Pedagógico. Neste momento de isolamento social, o meu violão (João Sebastião Benedito de Souza - é o nome dele) foi um grande companheiro! Por isso, decidi gravar este vídeo com ele, tocando uma mescla de duas obras que eu gosto muito. A primeira, intitulada "O Caderno", é uma composição de um gênero de música brasileira: Toquinho; já a segunda, trata-se de um hino, "Yesterday", de uma das maiores bandas que já existiu: The Beatles. Espero que gostem! Estou morrendo de saudades do CP e de toda a galera ... vai passar e em breve estaremos juntos novamente. Um grande abraço à todxs !!!"




Formas, Formatos e Cores - Eliane Ferreira Campos



Eliane Ferreira Campos Vieira

apresenta um trecho de sua mostra fotográfica

Formas, Formatos e Cores



A Eliane, professora de geografia do CP compartilhou com a gente fotos do seu jardim, achamos uma delicadeza suas imagens!



"Esse conjunto de imagens foi uma tentativa de ver a beleza nos detalhes do ambiente que está acessível no tempo do isolamento. Imagens que captam detalhes, permitem ver outros ângulos. Foi uma tentativa de espairecer, de ver além de dentro de nós, de nossas incertezas e de nossos medos.."

























Que Nem Maré cover de Jorge Vercilo - Pedro Bueno




Pedro Bueno Dias Ribeiro 

apresenta

Que Nem Maré de Jorge Vercilo 



O Pedro, ex aluno do CP, hoje com 15 anos, nos mandou um vídeo dele e de seu professor Bruno fazendo um cover da música "Que nem maré" do Jorge Vercilo. Ele nos contou um pouco como conheceu o professor e explica o projeto que eles criaram:



"Somos eu e meu professor e amigo Bruno Viana, nos conhecemos há 8 anos, numa escola de música onde ele trabalha. Hoje, temos uma escola de música, com vários alunos, um espaço onde os músicos podem sentir-se livres e serem ouvidos. A proposta dessa música foi apresentada para um projeto estadual, onde os músicos de Minas Gerais escolheram um estilo de música e cantaram ou tocaram por 30 minutos ou mais. No caso, como atualmente estamos num estado gravíssimo causado pelo COVID-19, o projeto foi readequado e o tempo liberado foi usado para esse vídeo. Essa música foi uma das que eu e Bruno Viana gravamos e falo não só por mim, mas acho que por ele também, foi a mais divertida do mundo!!!"



Pintar Para Ser Livre - Juliana Batista Faria

 

Juliana Batista Faria 

apresenta

Pintar Para Ser Livre

"Sou Juliana, professora no CP, mas em minha vida pessoal gosto de fazer muitas outras coisas além de ensinar matemática, como dançar, musicar, escrever e pintar. A pintura é algo que, até antes de fazer uma longa viagem para fora do nosso país, eu jamais tinha ousado fazer, embora meu amor por ela já se mostrasse bem palpitante todas as vezes em que eu visitava um museu. Ah! São incontáveis as vezes em que eu sonhei entrar em uma pintura e ficar lá dentro, me misturando com aquelas cores e formas! Um belo dia, em 2016, em Buenos Aires, fui presenteada com um Kit de tintas e pincéis. Na mesma noite, comecei a pintar em papel. Pinturas feitas do meu jeito, com traços livres, sem preocupação com técnica alguma. Desde a primeira pincelada, meu sonho começou a se realizar, só que às avessas: a pintura começou a entrar dentro de mim e a mexer com as minhas emoções, transformando tristezas, raivas, medos e frustrações em alegria, amor, coragem e realização... Tudo foi se invertendo... E comecei a ver que o meu corpo podia, através da pintura, transitar entre sentimentos opostos e aprender a viver melhor, experimentando a liberdade de maneira bem cuidada e bela. Eu mal sabia que aquela primeira tinta (acrílica) gostava mesmo era de uma tela e que o papel era amante de uma outra tinta: a aquarela... O dia em que eu descobri que eu podia trocar essas tintas de lugar foi melhor que chocolate!!! E nunca mais parei de pintar... Nunca mais deixei de ser Juli, pintora no meu lar."











OBRAS:

1. Pele. Da série Colóquio. Buenos Aires. 2016. Acrílico. Papel. 24cm x 33,3cm.
2. Tilcara. Da série Regalos. Buenos Aires. 2016. Acrílico. Papel. 24cm x 13,4cm.
3. Naufrágio. Buenos Aires. 2016. Acrílico. Tela. 20cm x 29,5 cm.
4. La novia de la tierra. Da série Regalos. Buenos Aires. 2017. Acrílico. Papel. 24cm x 33,3cm.
5. O baile. Buenos Aires. 2017. Acrílico. Tela. 20cm x 29,5 cm.
6. Minha alma beija-flores. Belo Horizonte. 2018. Acrílico. Tela. 50cm x 39,7 cm.
7. Rejeito. Belo Horizonte. 2019. Guache. Papel. 35cm x 27cm.
8. Árvores. Belo Horizonte. 2019. Aquarela. Papel. 19,2cm x 14,2 cm.
9. Folhas. Belo Horizonte. 2019. Aquarela. Papel. 11cm x 13 cm.
10. Natureza. Da série Linhas. Belo Horizonte. 2019. Guache. Papel. 35cm x 27cm.
11. Conexão. Da série Corona. Belo Horizonte. 2020. Aquarela. Papel. 35cm x 27cm.